

A carteira de investimentos se refere à unificação de todas as aplicações que você adquiriu até o momento para fazer seu dinheiro render. Para que isso aconteça, tudo vai depender da forma como esses investimentos foram organizados.
Também chamada de cesta ou portfólio de investimentos, seu objetivo é fazer com que seu patrimônio se valorize com o passar dos anos.
Além de lucrar mais, a carteira de investimentos é uma forma de proteger seu patrimônio, por isso todos os investidores precisam entender bem do que se trata, para ser capaz de montar uma carteira que se adapte aos seus objetivos da melhor forma.
Isso porque a visão de que o dinheiro está seguro naquela aplicação de Renda Fixa nem sempre faz sentido.
Mas montar uma carteira consistente e rentável é uma tarefa que demanda um vasto conhecimento sobre os títulos e produtos financeiros disponíveis. Por isso, usamos critérios destacados para divulgar as melhores carteiras em todo tipo de oferta.
No SonarTrade disponibilizamos acesso detalhado e gratuito sobre todos os temas relacionados ao mercado de ações, onde reunimos e divulgamos as melhores carteiras recomendadas, para facilitar essa busca.
Já sabemos que a economia, principalmente aqui no Brasil, é passível de sofrer uma série de variáveis que podem acabar prejudicando justamente aquela aplicação que você escolheu, ocorrendo em perdas financeiras. Sendo assim, dividir seu capital e colocar um pouco em cada aplicação pode evitar a dependência em uma aplicação e trazer rendimentos mais altos, ainda que com riscos maiores.
Ao diversificar, estamos correndo menos riscos potenciais, uma vez que não estando o dinheiro em um só lugar, repartindo o capital em mais ativos, tende a nos proporcionar uma maior segurança financeira.
Alocar corretamente as aplicações é determinante na performance do portfólio.
A carteira de investimentos bem elaborada tem uma rentabilidade positiva garantida, independente do cenário econômico, pois se este afeta um dos ativos, é compensado por outro. No caso do portfólio mal estruturado, podemos chegar a ter resultados muito negativos.
É importante ressaltar que é possível começar a investir a partir de valores muito baixos, ao contrário do que muitos pensam, e não há necessidade de aplicar grandes quantidades para iniciar uma carteira de investimentos.
Em suma, o segredo para excelentes retornos é a diversificação. Ao aplicar em diferentes frentes, aproveitamos o que cada aplicação tem a oferecer de melhor.
Existem diferentes perfis de investidor, então montar uma carteira de investimentos é essencialmente definir prioridades para que se possa desenvolver um portfólio específico para cada pessoa.
Montar a carteira de investimentos é um tema recorrente no mercado financeiro para todos os investidores. No caso do mais experiente, já tem muito claro o que quer e sua carteira só vai se aprimorando com o passar do tempo, e no caso do iniciante, precisa conhecer e desenvolvê-la.
O processo de montar a carteira envolve uma série de técnicas, e a princípio é preciso estar bastante atento, e claro que aparecerão dúvidas.
Mas de fato não é uma tarefa apenas para profissionais, pois sendo um reflexo do perfil pessoal de cada um, qualquer pessoa pode fazer isso, e o SonarTrade está aqui para ajudar a identificar as melhores oportunidades disponíveis, além de fornecer informações confiáveis sobre como iniciar um portfólio.
Nosso objetivo, portanto, é ajudar a montar uma carteira de investimentos que atenda as necessidades específicas de cada um, de acordo com seus objetivos individuais, e com base no perfil do investidor, descobrimos seu nível de tolerância para assumir riscos.
Os perfis de investidores são divididos em três:
Conservador
Com baixa tolerância ao risco, busca a preservação de capital e maior segurança nos investimentos. Trata-se de um perfil habituado a economizar e com relação à possibilidade de perder capital. O que acontece com frequência com esse tipo de investidor de perfil é que às vezes é tão arredio a arriscar que se mantém na poupança, o que de fato não é um investimento.
Moderado
Disposto a correr mais riscos e disposto a sofrer alguma perda no capital investido, pensando nos retornos que pode chegar a ter acima da média no médio e longo prazo.
O investidor neste perfil entende melhor o funcionamento das aplicações e até é capaz de montar sua carteira de investimentos, que normalmente transita entre Renda Fixa e Variável, para obter a melhor rentabilidade de cada.
Agressivo / sofisticado / arrojado / experiente
Com alta tolerância para riscos, seu objetivo são retornos expressivos em investimentos, por isso prioriza investimentos de Renda Variável como Fundos Imobiliários, Moeda Estrangeira, Ações, e inclusive alavancagem. Geralmente mais experiente, este perfil de investidor tem conhecimento necessário para se dar ao luxo de correr maiores riscos, obtendo assim uma rentabilidade acima da média.
Um primeiro passo é separar os objetivos em curto, médio e longo prazos. Desse modo, torna-se muito mais fácil distinguir as aplicações e suas respectivas datas de vencimento.
Para aqueles que desejam viver de renda, o ideal é ter uma estratégia muito bem definida e dinâmica para poder ir sempre retirando dividendos. No caso daqueles que estão aplicando para engordar a aposentadoria, a diversificação é muito bem vinda, trabalhando com investimentos de médio e longo prazo.
Um elemento importante nessa dinâmica de investimentos é o prazo para o retorno, além de, é claro, a equação de tolerância ao risco e à volatilidade,
Mas realmente, a questão é que mesmo que você busque investimentos de curto prazo em algumas de suas aplicações, é importante encarar a sua carteira como um todo considerando sempre um período de longo prazo.
Vejamos essas dinâmicas:
Nos referimos a curto prazo quando falamos de duas semanas a dois anos.
De alto risco, trata-se de um prazo que os iniciantes via de regra devem evitar, pois o risco é alto e é preciso experiência de mercado para poder atuar.
Alternativas em renda fixa como no caso do CDB, LCI, LCA e Tesouro Direto são recomendadas para aqueles que precisam de um retorno em até sete meses, sempre com uma atenção especial na carência e na liquidez.
Já para aqueles que têm experiência, curto prazo pode abarcar as aplicações em opções e no Day Trade -no caso daquelas operações de compra e venda no mesmo dia.
Nos referimos a médio prazo quando falamos de um período maior de tempo, como de dois a cinco anos.
Neste caso a redução de riscos é mais fácil de se alcançar, compondo uma carteira de investimentos com uma porção de renda fixa um pouco maior aplicando no CDB, LCI, LCA e títulos do Tesouro pré e pós-fixados, alinhada a um percentual de renda variável um pouco menor, aplicando em ações de empresas listadas no índice da bolsa brasileira.
Nos referimos a longo prazo quando falamos de investimentos superiores a cinco anos, algo recomendável para a carteira de investimentos de todos os investidores.
Neste caso é interessante considerar uma grande fatia do portfólio para ações de grandes empresas, considerando sempre uma diversificação nos ramos de atuação e papéis, e títulos do Tesouro pré e pós-fixados com um prazo maior.